"Num banco emblemático de Ponta Delgada, onde o poeta Antero de Quental pôs fim à vida, dois irmãos marginalizados aguardam um futuro que nunca chega. Entre a memória de um homem que sonhou uma sociedade mais justa e a realidade dos excluídos de hoje, a peça confronta-nos com temas como a família, o abandono, a pobreza, a dependência e a esperança. Um retrato poético e social dos que ficam à margem, questionando o que fazer com aqueles que a sociedade deixa cair."
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