Num mundo onde a produtividade se impõe como prova de existência, Tempo Morto propõe uma suspensão: um espaço onde o corpo descansa, o olhar desacelera e o tempo deixa de correr para simplesmente ser. Partindo da ideia do descanso como ato de resistência, a performance convida à escuta, à presença e o devaneio através de paisagens sonoras e visuais inspiradas na observação do quotidiano. Um convite a habitar o momento presente.
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