rock-pop · Lisboa
OLIVER TREE
E tu, que Oliver Tree te sentes hoje? Antes de responderes, tens de saber que as opções, tratando-se do artista californiano, são praticamente infinitas. O pirómano de Ugly is Beautiful, o cowboy emo de Cowboy Tears, o cantor solitário de Alone in a Crowd, ou o sucateiro de Love You Madly Hate You Badly. Dar um passeio pela sua discografia é assistir a uma louca festa de fantasias em que tudo é possível.
Especialista em êxitos de alto potencial viralizável que brincam no espectro mais desavergonhado do pop-rock mainstream, Oliver Tree vive instalado numa grande partida. Embora seja justo fazer uma ressalva: o seu compromisso com a paródia e o meme é tão incorruptível, tão persistente, que não resta outra opção senão levá-lo absolutamente a sério. Pode ser que as suas letras estejam cheias de punchlines, mas os seus ganchos melódicos são tudo menos uma piada.
Após a recente publicação de Love You Madly Hate You Badly, outro disco que se agarra ao nosso cérebro como a sintonia de um desenho animado,
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