«Quero ser feliz, porra!» Recital performativo No palco da Gare d’Austerlitz começamos uma viagem pelas palavras e pelos sons de um homem que insistiu em querer ser feliz, porra. José Mário Branco ensinou-nos a olhar o mundo com lucidez, indignação, ironia e poesia. Sempre inquieto. Sempre do lado do futuro. Este espetáculo é uma conversa interrompida. Vivemos tempos estranhos. Faz-nos falta a tua voz. Eh, companheiro… que dirias deste mundo de hoje?
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