Procurando um som acústico que cria uma certa alusão à música erudita de câmara, o repertório do quinteto de Joana Raquel acolhe a espontaneidade e assenta no conceito de canção. Na procura de um equilíbrio entre o pré- concebido e o inventado, a música vive do contraponto, do seu produto harmónico e procura ser rítmica, dispensando o seu protagonista mais comum – a bateria. A poesia tem um papel de destaque e dita a construção de tudo o resto, sendo uma linha condutora para a composição.
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